"Mãe...Mãe... Vê, mãe?
Eu renovo todas as coisas"

No final de fevereiro o Plínio, amigo e colega de república, fez o convite para participar, na semana santa, da encenação da paixão e morte de Cristo, segmento do evangelho que trata o martírio de Jesus. Embora tenha aceitado o convite para ser Jesus, fiquei com um certo receio. Primeiro que nunca me considerei capaz nem de interpretá-lo e depois que não tenho prática alguma com teatro.
Foi uma honra conhecer o pessoal que participa da Igreja Nova do Belém, no município de Taubaté. Como não vou lembrar o nome de todos, cito os integrantes do grupo Anjos do Céu e todos que de alguma forma se doaram para a realização. É incrível ver o que cada um pode e consegue fazer quando estão sintonizados num mesmo ideal. Os ensaios foram feitos praticamente no dia, sendo que após as marcações de cena passamos só uma vez o roteiro completo. A apresentação final saiu muito bem, cada integrante soube cativar o público com sua interpretação.

O sentimento é único, a vontade extraordinária de chorar, a emoção tranbordando na essência do corpo... é nessas horas que a gente tem consciência que podemos ser muito mais do que realmente somos. Podemos ver que a dor, cansaço, fome são sensações efêmeras, sem influência na entrega para transmitir mais do que uma aula de história, mas a essencia da fé.

O sentimento é único, a vontade extraordinária de chorar, a emoção tranbordando na essência do corpo... é nessas horas que a gente tem consciência que podemos ser muito mais do que realmente somos. Podemos ver que a dor, cansaço, fome são sensações efêmeras, sem influência na entrega para transmitir mais do que uma aula de história, mas a essencia da fé.


